Critérios de decisão financeira

Critérios usados para avaliar decisões financeirasEsta categoria reúne análises práticas sobre como avaliar decisões financeiras reais antes de decidir. O foco não é ensinar teoria nem sugerir atalhos, mas expor critérios objetivos, limites e regras simples que ajudam a reduzir erro.

Os textos partem de situações comuns — crédito disponível, tentativas de economizar, decisões de compra — e mostram onde o raciocínio costuma falhar, mesmo quando parece lógico no primeiro cálculo. Em geral, os conteúdos desta seção ajudam a responder perguntas como: quanto isso realmente custa, quando a economia deixa de fazer sentido e em que ponto a decisão passa a gerar risco em vez de controle.

Um exemplo claro desse tipo de análise está em Quando economizar é a pior decisão financeira, onde o critério não é “gastar menos”, mas entender quando poupar aumenta custo futuro, trabalho ou risco.

Critério existe para isso: separar sensação de decisão, antes que o erro fique caro.

  • Consórcio não é investimento

    Consórcio costuma ser vendido como planejamento, mas funciona como uma espera coletiva por crédito. Esta página corrige a confusão conceitual e posiciona o consórcio onde ele realmente pertence dentro da Central de Crédito.

  • Quando economizar é a pior decisão financeira

    Economizar não é um valor absoluto. Quando gastar menos aumenta risco, gera retrabalho ou cria custos futuros, a economia deixa de existir. Este texto mostra, com critérios práticos, quando “poupar” vira erro financeiro — e por quê.

  • “Economizei” em algo que não compraria

    Há compras que parecem racionais no primeiro cálculo, mas não resistem a uma comparação simples. Este texto explica quando a decisão de não comprar evita custo real — e por quê.